domingo, 24 de fevereiro de 2008

Enfim foi possivel encontrar algo verdadeiramente digno de ser lido no Orkut. O grande prazer da vida é fazer o impossível

Acredito que em alguns anos quando me debruçar em memorias e julgamentos da vida um sentimento de marco sera construido em meio sentimentos e sentidos romantizados , ainda que relativistas, ao redor do periodo compreendido enntre 2007/2008.

sera sem duvida um ano que dividira uma certa linearidade que , como tantos periodos de marco na historia trazem mudanças tanto para o bem quanto para o mal.

1968, 1922 marcaram com sua indelével presença a transmutação de sociedades. Transmutaçao esta que apenas se coroou , desabrochou ou melhor dizendo se maturou em decorrencia de um processo de construçao iniciado à anteriori... Independente de terem sido apenas a definição de um processo estes anos dividiram aguas. Foram fechamentos de ciclos, muitas coisas morreram com a prerrogativa de que um solo tradicional fosse revirado com o intuito de se acomodar sementes novas e juvenis carentes de terra arada , sedentas pela primeira oportunidade de desabrocharem intensamente seus impulsos de conquista. Seus impulsos de dominio que a solução natural impõe em suas almas com selvageria.

Nao sei se é pelo amadurecimento natural que a idade muitas vezes nos confere. Ou se é em decorrencia da expanssao da mente que so por agora eu me permito devido a situação economica e pessoal. Hj tenho menos vergonha de min mesmo e me sinto em situaçao digna de poder expor a loucura e os simples deleites da vida por me sentir produtivo e posicionado no mercado e na estrutura social. Enfim, o fato é que as possibilidades expandidas de diversão provocaram um turbilhao de penssamentos em min,, para o bem e para o mal..

as comparaçãoes e a busca de referencias no que diz respeito ao comportamento alheio aumentaram, as reflexoes sobre o proposito da minha vida e a possibilidade de alcançar um futuro ideal tambem. nao enxergo mais aos outros.. qualquer evento , encontro ou convívio serve como buscado eu,, servem como um espelho q emite a forma como os outros me veem. minha preocuipaçao nao e de ouvir ninguem nem de ver ninguem mas sim de procurar a forma certa para ser visto ,,, torturame imaginar que os outros tenham uma imagem de min nao condizente com o ideal que eu gostaria q tivessem,.

Penssamentos a respeito de deus surgem a cada instante.. as indagações sobre certo e errado também ... tento a todo momento entender alógica não da vida mas, a da minha vida. Não sei se vale a pena eu existir, sobretudo sob esta forma disforme que eu tenho. Ao mesmo tempo flashs de penssamento me esclarecem que eu valho munto a pena para o mundo e que poucaspessoas podem ter passagens tão marcantes quanto a minha. A questão e que eu não sei o que pesa mais na balança,, a felicidade do mundo ou a minha felicidade própria.. qual deve pesar mais? Estou a espera de um FIEL.!

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