quarta-feira, 22 de julho de 2009

Poesia concreta e esparrenta

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A ponta do meu compasso de desenho

Se transforma num instante em uma estaca pra dourar o hax.





André Felipe de Deméter

terça-feira, 21 de julho de 2009

futuro


Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudade de todas as conversas jogadas fora,as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de compartilhamento das depreçoes, das vésperas de finais de ano, Do companherismo vivido. Sempre pensei que amizade continuasse para sempre. Torna-se cada vez mais dificil ter tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar quem sabe nos e-mails trocados . podemos nos telefonar e convesar algumas bobagens... Aí os dias vão passar, messes, anos, Até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquela fotografia e perguntarão: Quem são essa pessoas? Diremos que eram nossos amigos e isso de certa forma vai nos ferindo por dentro. "foram meus amigos", triste pronunciar o sentido destes termos.Isto infere a aceitação de um fim, de um passado que nao mais está presente. É triste imaginar que foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida! Então é preciso cultivar a amizade dia a dia. Sentir que o prazer de cada momento vale a pena. e que mesmo ele nao sendo duradouro é capaz de acrescentar as linhas que bordam o manto da nossa eternidade.

sábado, 18 de julho de 2009

A busca por ser o melhor geralmente se sustenta na exploraçao do outro, so subjugo e na conquista. se em cada canto da terra alguem pensa em ser vitorioso , nenhum ser humano esta seguro

pois para um crescer o outro sera diminuído

ensaio sobre a soberba

nos dias de hoje, onde as nuvens encobrem nossas certezas e atiram humanos contra si mesmos , se faz necessário descortinar nossas fragilidades e a verdadeira essência do ser que esta na sua insignificancia perante o cosmos.

Desde o inicio dos tempos nenhum cataclismo se mostrou como mais evidente e provável quanto a nossa capacidade de auto destruição. nOSSA PREDAÇAO , nossa flagelação ao outro e esgotamento do ambiente a que estamos inseridos. Nascemos e morremos na certeza de que somos os melhores segundo nossas convicções. Se não fizemos jus de merecer o titulo do melhor certamente morrenos no empenho de conquistá-lo. A busca pelo triunfo nos é inferida como meta de uma vida , como destino indisociável da existência.

por fim, aceitamos uma cultura que nos modela como parasitas obstinados, orgulhosos e certos de nossa predestinação ao sucesso como fim.

É desesperador observar os resultados que nosso orgulho tende a nos levar. Altivez e intolerancia sao os frutos que eclodem da arvore do sucesso. grandes desafios estao presentes em um ideal que deveria ser mais almejado e definido como meta daqueles que pertencem à raça humana: o de ser um podador de frutos , um jardineiro obstinado q recolhe os rebentos de presunção e vaidade oriundos dos troncos da árvore do sucesso.

Não devemos nunca deixar de querer cultivar desta árvore. pois, o sucesso é a razão do bem estar, é a candeia que clareia os passos dde evolução das nossas trajetórias na terra para um madurecimento pleno , tanto da nossa vida fisica quanto do nosso valor espiritual. Portanto não cortemos a árvore do sucesso,não! o q devemos impedir é que nossa conquista do sucesso não gere os substratos ideias que dissipam arrogância.

evitar q do sucesso dissipe a arrogância é meta necessária à nossa sobrevivencia e manutenção da qualidade de vida no mundo em q estamos inseridos.


tantos sonhos e tantas conquistas gloriosas da humanidade se converteram em irracionalidades por nossa irrazão, nossa inconsciência e nossa mesquinha capacidade de não nos desmerecermos em nome da nossa própria grandeza.

A América seria o melhor exemplo desta conversão de sonhos em pesadelos. o ideal de liberdade e de luta pelo inalienável direito à felicidade forjou uma pátria forte e ao mesmo tempo imcompreensivel perante os valores culturais dos outros. São convictos na inexorável fortaleza do seus ideais e das suas verdades que, tidas como absolutas podem justificadamente serem impostas e celebradas de maneira draconiana, ferrenha, implacável.

saber q não somos os melhores e q dificilmente seremos os mais perfeitos nos aproxima mais do outro. Nos torna mais dependentes da manutenção da harmonia com os vizinhos, com os semelhantes e com os opostos. Devemos crer que por mais perfeitos que possamos parecer não existe cultura absoluta e onipresente. Todos os valores de uma cultura são falíveis . e a certeza dissso pode nos tornar mais infaliveis;;

terça-feira, 14 de julho de 2009

músicas de ac/dc me garantem alívio instantaneo.

qual o fator que desencadeia essa reaçao nervosa ? ignoro totalmente

sábado, 4 de julho de 2009

imagine .. se vc prendesse um periquito e uma codorna num mesmo viveiro.
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no inicio um ia achar o outro muito ridiculo .. mas com o tempo o bicho pega e eles se fodem
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sabe . é como se vc transasse com um gorila ..
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e olha que po gorila está muito mais proximo de vc do que o periquito da codorna

com o passar do tempo a macaca passa a achar bonito nossos mamilos rosas e nossos Pomo de Adãos

sábado, 27 de junho de 2009

O desentusiamo e o incomodo importunante de transcrever em relatorio a experiencia do estagio ja foi muito descrito por mim neste espaço..


basta rolar as páginas para sentir o colocar da indignação que foi feito em dias seguidos.



Hoje deu uma relida no conjunto deste relatorio e comecei a achar ele bom,,, sim ele me passou uma menssagem que achei enxuta e graciosa. geralmente quando eu termino qualquer trabalho fico com um uma sindrome de perfeiçao e tenho a tendencia de achar q o resultado final foi,, prolixo. porco. medíocre

Desta vez nao senti isso. e justamente fui sentir isso com um relatorio que desde o inicio achei um porre de fazer. A vida realmente desafia lógicas.



O que deveria postar a aqui de importante, o q ?

Resenhas e crônicas tão boas quanto as do Lara Bicalho não me vem a tona por falta de inspiração . E de talento também.

a circunstância dos fatos contribuem pouco para que eu tenha uma inspiração fumegante ao ponto de suprimir apenas com a essência inspirativa a carência de talento que tenho pra este propósito.

blá. O passado agora me pesa e o presente me oprime. o futuro me aplica esfriamentos de sangue e calafrios de nervos. Ele apavora ,dilacera e desaponta.Será que um Deus sádico que conduz nossos destinos na dinamica de um rpg onde se jogam dados no tabuleiro acabou de tirar um carta que diz "Revés, fique uma rodada sem jogar". será que a explicação do meu fracasso momentaneo viria disso? ou sera q a resposta esta em minha inccapacidade de lidar com um mundo que se mostra cada vez mais imutável naquilo que tem de ser mudado?

independente que seja isso eu levarei minhas noites rezando para que, Deus mais uma vez não passe a vez. e nem caia na casa do PERDE Tudo.


Nos momentos de incerteza e bom visualizar que um fim de plenitude aparentemente pode estar definido para tudo. Bom seria q isto se concretizasse ou melhor, se abstracizasse. sim pois, o morrer não tem nada de material .. é imaterial. Ele não pode se concretizar, ele simplesmente se desconcreta, se esvai. O morrer transforma o concreto em não concreto. é a demolição inexorável do concretismo.

Só comprovarei se o fim de tudo traz o bem estar ou o nada quando vierem os apagares das luzes. o corte dos sopros e o silencio que abafa os Bumba meu bois.


No fim saberemos se a morte liberta o homem de seus segredos. Para calar o medo da morte no momento de agonia nada seria melhor do que ouvir Island in the Sun do Weezer enquanto se exala o último suspiro. a letra e perfeita para a construçao de esperanças. esperanças pela Terra sem males.
O